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terça-feira, 25 de outubro de 2011

PEAO GANHA 20 MIL SEM TRABALHAR


Um funcionário de uma usina de álcool de Mato Grosso ganhou na Justiça do Trabalho o direito de receber R$ 20 mil de indenização por ter sido obrigado pela empresa a não trabalhar.
Contratado pela antiga Brenco, companhia que deixou de existir em 2010 após a fusão com a ETH Bioenergia (controlada pela Odebrecht), Charles Adriano Nunes declarou-se vítima de assédio moral para forçá-lo a pedir demissão.
Nunes disse à Justiça que era transportado ao local de trabalho, colocava os equipamentos de proteção individual, mas “passava o dia parado enquanto os demais trabalhavam normalmente”.
Contratado em 6 de fevereiro de 2008 para executar “serviços gerais” no cultivo de cana-de-açúcar, ele foi dispensado pela Brenco em 5 de dezembro daquele ano.
Um fiscal da empresa o impedia de trabalhar e o mantinha “sentado no meio da lavoura” até o final do turno, disse. Testemunhas ouvidas no processo confirmaram a prática, que é conhecida na região como “deixar no toco”.

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